Ketlen olhou para o irmão, imóvel. A inocência dele era um golpe.
— E... eu também vi que você tomou melatonina! — ele estendeu as cartelas vazias de tarja preta.
Os olhos dela se arregalaram. Num reflexo, ela arrancou o plástico da mão dele.
— Onde... onde pegou isso?! — a respiração se tornou sufocada.
— No chão... desculpa... é que a mamãe disse que a gente não pode usar fitoterápicos todo dia... e... eu... eu também vi que seus braços... estão todos suados! — ele apontou para as manchas úmid