Entrei na sala de brinquedos alguns minutos depois do café da manhã.
Sem telefone na mão. O aparelho havia ficado sobre a mesa do escritório, a tela apagada, as notificações se acumulando sem que eu me importasse. Sem cronômetro. O aplicativo continuava instalado, mas eu não o abri naquela manhã. Sem qualquer plano além de um pensamento que ainda parecia absurdo dentro da minha própria cabeça, mas que insistia em martelar minhas têmporas desde que eu acordei.
Tentar de novo.
Beatrice estava sen