Voltei meus olhos para o homem ajoelhado. Ele continuava de cabeça baixa, os ombros sacudindo.
— Seu filho continua internado?
Ele pareceu confuso com a pergunta, como se não entendesse por que eu estava perguntando aquilo. Levantou o rosto lentamente, as lágrimas ainda escorrendo.
— Continua... sim senhor, precisa de uma cirurgia cardíaca... os médicos dizem que é urgente, mas sem o dinheiro...
— Quantos anos?
— Oito. — A voz dele quebrou completamente ao pronunciar a idade do filho.
Olhei nov