Paris os recebeu com céu limpo e vento leve.
Era começo de junho, e as árvores da cidade estavam no auge do verde, como se quisessem provar que tudo renasce — mesmo depois de um inverno longo demais.
Allegra desceu do carro com os olhos brilhando.
Mas era outro tipo de brilho.
Não o da fuga, nem o da dor escondida.
Era o brilho de quem retorna com firmeza nos pés e nome no cartaz.
No portão da Galeria Montclair, Camille esperava com os braços abertos.
— Ma chérie!
Você está aqui. E está… brilha