A rua estava tranquila quando Carly desceu do carro, ela se despediu de Serina. E permaneceu na calçada, observando o motor do carro rugir suavemente, enquanto sua irmã fazia a curva na esquina e desaparecer no labirinto de luzes do bairro.
Carly parou diante da porta, analisando por um instante a escuridão atrás dos vidros. A chave girou na fechadura com um clique que ecoou pela casa, que a esperava como sempre. Em um silêncio que amplificava cada pequeno som, com aquela atmosfera peculiar de