Suas mãos ainda tremiam quando folheava as anotações deixadas pelo homem que procurava. Carly estivera sentada por horas na sala, em frente à lareira apagada, com Monteiro ao lado, os dois cercados por papéis, fotos antigas e um nome que atravessava a história da família, como uma rachadura antiga no vidro — visível, mas até então ignorada.
— Jonas nunca soube que meu irmão estava vivo. — Ela murmurou, a voz embargada. — Mas me vigiava o tempo todo!
— Provavelmente ele considerava que você era