A noite estava serena, e a brisa do mar trazia uma sensação de frescor. Ela sorriu levemente, antes de pegar o celular e começar a digitar uma poesia própria, em seguida ligou a câmera e bateu uma foto da paisagem que parecia uma pintura noturna. Publicando aquilo em um feed anônimo. Por que não ir até lá?
Cada dia é uma fagulha acesa,
pronta para ruir.
Somos dispersos, incansáveis,
esperando o momento de partir.
Quem sabe se ainda estarei aqui?
O corpo presente, a alma ausente,
como um ba