A madrugada parecia mais silenciosa do que nunca quando Carly e Monteiro voltaram para o carro. O vento leve batia nos cabelos dela enquanto caminhavam, sem pressa, como se ambos quisessem esticar o pouco tempo que ainda tinham juntos.
Monteiro, sempre atento, abriu a porta do carro para ela, com um sorriso de canto, quase despreocupado, mas seus olhos não negavam o cansaço e a tensão contida pela noite intensa. Seus olhos pesavam, só queria chegar em casa e dormir.
Então, Carly acomodou-se no