Quatro semanas.
Era esse o tempo que Luna estava com o joelho imobilizado, dividindo seus dias entre sessões diárias de fisioterapia, exercícios controlados e uma rotina que exigia paciência — algo que nunca tinha sido exatamente o seu ponto forte. Ainda assim, os resultados eram inegáveis.
A mobilidade tinha melhorado de forma impressionante.
Ela já conseguia dobrar o joelho com mais confiança, sustentar o próprio peso e executar movimentos que, poucas semanas antes, pareciam impossíveis.
Agor