Uma das suas mãos deixa a minha cintura e sobe até o meu pescoço, segurando firme, enquanto sua língua entra na minha boca intensificando o beijo. A porta do elevador abre e ele pára o beijo, arrastando-me para fora, sem me dar tempo de me equilibrar direito.
— Ei! Você está louco?! — Puxo meu braço e acabo me desequilibrando ainda mais por causa dos saltos, resultado: eu quase caí de bunda no chão — Seu filho da pu…
— Não termina essa frase — interrompe meu xingamento tapando minha boca com