Mundo de ficçãoIniciar sessãoA luz da manhã filtrada pelas cortinas pesadas da biblioteca da Casa do Lago não trazia calor, apenas uma claridade cinzenta e difusa. Eu estava encolhida em uma poltrona de couro envelhecido, um livro aberto sobre meus joelhos, mas as palavras não faziam sentido. Meus olhos ardiam da falta de sono, as olheiras eram marcas escuras de uma noite passada em claro, ouvindo cada ruído da casa, cada passo de Leo e me perguntando se aquele seria o som que precederia minha morte.







