Continuação.
Quase sem fôlego, enquanto eu ainda encarava a porta por onde tinham levado Olívia. — Você tá bem? Tá sangrando…
Eu virei o rosto lentamente.
Ela estava ali, ainda meio trêmula, com o corpo coberto por uma manta térmica, o rosto arranhado, os olhos vermelhos. Mas naquele instante... eu não conseguia sentir nada.
Ela parecia distante, como se pertencesse a outro tempo, outra vida.
Minha respiração ainda vinha em rajadas curtas. Meu peito doía, meu maxilar travado.
Mas antes que