Continuação.
A dor não parava. Era como uma lâmina enfiada em meu pescoço, cada pulsar mais fundo, mais quente. E então… começaram os flashes.
No primeiro, vi o rosto dela, manchado de lágrimas. A corrente em seu tornozelo brilhava fria, puxando-a para trás.
No segundo, senti o gosto de sangue… mas não era o meu. Era o dela. O tapa que ela levou ardia na minha própria pele como se tivesse sido em mim.
Meu corpo inteiro tremeu.
— Lua… — sussurrei, mas o nome dela saiu como um lamento e