Lua narrando:
A manhã chegou com aquele sol tímido que insiste em entrar pela janela, mas eu não conseguia achar graça nele. Cada raio parecia cutucar meu peito, lembrando do que aconteceu ontem. Levanto devagar, enrolada na manta, os olhos ainda pesados, e tento me convencer:
— Hoje, Lua, você vai se comportar. Fria. Distante. Nada de “oops, me joguei no vampiro que odeio”.
Meu café da manhã foi silencioso. Selene até tentou puxar assunto, mas eu só murmurei respostas curtas, mantendo a má