Capítulo 28

Lua narrando:

A manhã chegou com aquele sol tímido que insiste em entrar pela janela, mas eu não conseguia achar graça nele. Cada raio parecia cutucar meu peito, lembrando do que aconteceu ontem. Levanto devagar, enrolada na manta, os olhos ainda pesados, e tento me convencer:

— Hoje, Lua, você vai se comportar. Fria. Distante. Nada de “oops, me joguei no vampiro que odeio”.

Meu café da manhã foi silencioso. Selene até tentou puxar assunto, mas eu só murmurei respostas curtas, mantendo a máscara de mulher dura e indiferente. Por dentro? Meu coração ainda batia rápido só de pensar nele. E eu sabia que ele provavelmente também não tinha dormido direito.

Quando ele apareceu na estalagem — impecável, sério, olhos que pareciam cortar tudo ao redor — eu pude sentir o peso daquilo que ficou entre nós. A tensão era quase palpável. Ele não disse nada, só me observou de longe, como se estivesse tentando decifrar meu humor.

— Bom dia. — minha voz saiu mais firme do que eu esperava.

Ele er
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