Continuação.
Ainda agarrada no cabelo dela, eu ria alto, debochada, enquanto Selene se debatia. Mas, de repente, o rosnado dela cessou.
Ela começou a rir.
Um riso baixo, carregado de escárnio, que foi crescendo até encher o quarto inteiro.
Arrepios percorreram minha pele.
— Você tá rindo?! — perguntei, sem soltar o cabelo dela, quase incrédula.
Os olhos dela brilharam em vermelho intenso.
— Claro que estou... — respondeu, com a voz grave, quase sedutora. — Porque você realmente ac