Aurora Mancini
O terceiro subsolo ainda estava marcado com o silêncio da noite anterior. Eu caminhei sozinha até o elevador que costumo usar e, antes mesmo de chegar, vi. Sangue… gotas. Um pequeno rastro. Mancha escura escorrida em curvas no cimento. Acelerei o passo, o coração subindo pela garganta.
— Santo Deus… — sussurrei, abaixando-me para tocar com a ponta dos dedos. Estava quase difícil de notar, mas ainda recente.
Não esperei muito. Pedi imediatamente as gravações das câmeras. Quando o