Depois de algum tempo observando Nando brincar, Rafaela olhou o relógio e suspirou.
— Eu preciso ir, Ana. Mas... obrigada por confiar em mim. De verdade.
— Obrigada por me ouvir. Por não me julgar. — respondi, abraçando-a.
Ela me apertou com força, como se quisesse me passar coragem através do gesto.
— A gente se fala, tá? E... qualquer coisa, estou aqui.
Assenti, com o coração aquecido por tê-la de volta na minha vida. Assim que ela se afastou, chamei Nando:
— Filho, vamos embora? Já está fica