O abraço de Enzo era meu porto. Ali, entre os braços dele, eu me permitia desmoronar em silêncio, mesmo que só por dentro. A sala fria do hospital, os corredores estéreis, o som dos aparelhos… tudo parecia distante por alguns segundos enquanto eu sentia o calor do peito dele contra o meu.
Foi quando escutamos as palmas. Lentas, zombeteiras. E uma voz que eu jamais confundiria, por mais que desejasse esquecer.
— Que linda cena. Uma pena que todo esse amor seja desperdiçado num bastardo que logo