Os dois dias passaram rápidos demais.
Eu não percebia o tempo passar, minha mente só estava em um único lugar; no quarto aonde David repousava.
Assim que deram as quarenta e oito horas, a porta do quarto se abriu e uma equipe médica entrou por ela, com um olhar sério e uma presença tão forte que deixava tudo ainda mais frio.
Eles trocavam olhares entre si e conversavam em um idioma que eu não conhecia, mas entendia bem o que queria dizer.
“Ele não reagiu.”
“Não temos mais tempo”
“Não há mais o