Senti meu corpo doer e o baque era forte.
—ELLIE! – Félix gritou e então, meu corpo parou.
Não consegui me mover, tudo doía. Até que duas mãos fortes me seguraram e a voz foi irreconhecível.
—Amor, você está bem? – Teve desespero na voz.
Minha vista estava turva; um homem vestido de segurança me encarava, mas eu mal conseguia ver o rosto dele.
Soltei um respiro fundo que saiu mais como um arfar de dor.
—Ai! – Falei tentando respirar fundo.
—Aqui! Uma ambulância! – Gritou o Homem e confesso que