“A sala estava clara demais.
Comecei a andar, vendo o posto de enfermagem completamente vazio.
Todos os quartos estavam de porta fechada, como se não existisse ninguém dentro deles.
De repente, as luzes começaram a fazer barulhos de curto e começaram a piscar.
No final do corredor, uma porta se abriu e um monitor apitava alto. Caminhei até lá, vendo alguém deitado em uma maca, com o rosto coberto.
Meus passos se arrastaram até lá e quando eu puxei o lençol, não havia ninguém. Os cabos dos apare