(Ethan)
A irmã do bruxo me olhava com olhos vazios, perdidos entre planos que eu não alcançava. O irmão dela repetia um feitiço em voz baixa, com a manta nas mãos, a mesma que os filhotes usavam antes de serem raptados. As palavras que ele dizia não faziam sentido, mas tinham peso. O ar ao redor parecia vibrar com magia antiga.
De repente, sangue escorreu do nariz dele.
— Não dá... — ele disse, ofegante. — Eu não vejo mais nada.
— Impossível. Pegamos a rota que você disse que eles poderiam