> “O desejo não correspondido não desaparece.
Ele adormece, finge estar morto...
Até o dia em que respira fundo —
e ruge.”
Desde o retorno de Younha à casa, Yanika mal conseguia respirar sem pesar o controle. O cheiro da outra ômega — lúpus, intenso, dominante, soberbo — voltara a impregnar a casa, mesmo quando mascarado por supressores. A presença dela tornava o ar espesso. E os dias, curtos demais.
Não por falta de tempo. Mas por excesso de autocontrole.
Yanika evitava olhar para ele. Evitava