A madrugada caiu sobre a casa como um lençol de fumaça quente, denso e quase sufocante. A penumbra envolvia o quarto em sombras trêmulas, e a luz amarelada do abajur era a única chama tímida que insistia em brilhar, espalhando um brilho tênue sobre os móveis silenciosos. Yanika estava de pé junto à janela, os dedos delicados acariciando a moldura fria enquanto sua camisola leve grudava no corpo úmido pelo suor, refletindo o calor sufocante daquela noite e o fogo que consumia seu interior.
O che