A porta se fechou atrás de Verena com um clique mais suave do que o normal, um som quase tímido para o peso que ela carregava. Ela permaneceu ali por alguns segundos, encostada na madeira, os olhos fechados, como se tentasse impedir que tudo o que estava preso dentro dela escapasse de uma vez. O silêncio do apartamento parecia diferente, mais amplo, mais frio, como se o espaço tivesse percebido a ausência de qualquer outra presença e devolvido aquilo em forma de vazio.
Ela soltou o ar devagar,