Verena saiu do quarto tentando controlar a respiração e, principalmente, a própria expressão, porque o coração ainda batia rápido demais e ela sabia que qualquer detalhe fora do lugar podia entregar tudo. Caminhou pelo corredor com passos firmes, como se não houvesse absolutamente nada acontecendo além de uma visita inesperada, mas por dentro a cabeça estava em alerta, revisando cada movimento, cada possível erro, cada barulho que podia vir do quarto. Quando virou para a sala, já tinha colocado