O celular ainda estava na mão quando Adam percebeu que não conseguia mais ficar parado. A resposta dela tinha vindo rápida demais, simples demais, como se aquilo não fosse nada, como se fosse só mais uma mensagem comum, mas não era. “Que horas?” ainda estava ali na tela, curto, direto, sem esforço, e, mesmo assim, foi o suficiente para mudar tudo. Agora não era mais uma tentativa jogada no ar, não era mais uma aproximação calculada, não era mais um jogo em que ele sabia exatamente como agir. Er