O celular vibrou sobre a mesa de vidro, quebrando o silêncio confortável que dominava o apartamento naquele momento. Verena não estava esperando mensagem de ninguém, muito menos em um instante em que tudo parecia, pela primeira vez em dias, desacelerar de verdade. Ainda assim, o olhar dela foi direto para a tela, quase por reflexo, como se alguma parte mais instintiva já soubesse que aquilo não seria algo comum ou ignorável.
O nome apareceu sem rodeios.
Adam.
Ela não abriu na mesma hora. Perman