O hotel estava silencioso de um jeito que não assustava, apenas acolhia. Depois de um dia inteiro cercado por música alta, filas intermináveis, risadas e aquele movimento constante que parecia nunca diminuir, o quarto parecia outro mundo, como se o tempo tivesse decidido desacelerar só para eles conseguirem respirar de verdade.
A filha de Karolina já não tinha mais nenhuma energia. O corpo pequeno, que horas antes corria de um lado para o outro sem parar, agora estava completamente entregue ao