O barco avançava lentamente sobre as águas esmeraldas, deixando atrás de si um rastro branco que se dissipava aos poucos, como se o mar quisesse guardar para si aquele instante fugidio. A brisa salgada espalhava gotículas no ar, umedecendo a pele bronzeada de Bruna, que se acomodava na lateral da embarcação, com os joelhos dobrados e os pés descalços apoiados na madeira quente.
Ela fechou os olhos por um segundo, inspirando profundamente aquele aroma inconfundível de