Os dias que se seguiram foram como uma sucessão de pequenos rituais silenciosos, que Bruna e Jae-Hyun repetiam com uma naturalidade que os surpreendia.
Já não havia mais a urgência nervosa dos primeiros encontros, nem o receio sufocante de romper alguma barreira invisível — havia, sim, uma tranquilidade delicada, quase terna, no modo como se aproximavam um do outro, como se cada momento partilhado fosse tecido com o fio fino e precioso de uma intimidade nascente.