Ainda deitada, com o corpo embriagado pelo prazer e os sentidos anestesiados, Bruna sentia a respiração de Jae-Hyun aquecer a pele úmida da sua nuca. Ele a abraçava com firmeza, as pernas enlaçadas nas dela, como se quisesse garantir que nenhum espaço se abrisse entre os corpos. O quarto continuava iluminado apenas pela dança suave das velas, lançando sombras ondulantes nas paredes de madeira da casa recém-inaugurada.
Mas então, um movimento quase involun