O sol da manhã infiltrava-se preguiçoso entre as frestas das persianas de madeira, desenhando faixas douradas sobre os lençóis desalinhados e os corpos ainda entrelaçados. Bruna foi a primeira a despertar. Sentiu a pele aquecida pelo calor do quarto e o toque suave da mão de Jae-Hyun repousada sobre sua cintura nua, como uma âncora que a mantinha ali, presente, mesmo no torpor da vigília.
Virou-se devagar, acomodando-se de lado, e observou o rosto dele por um instante — os