A loja de artefatos fica numa das vielas mais antigas da aldeia, um lugar encantador com paredes cobertas de musgo e sinos de vento pendurados na entrada. Quando a porta se abre, um som suave de sino ecoa, e o cheiro de ervas secas e madeira queimada preenche o ar.
— Essa loja é um paraíso — Lívia diz, já se adiantando até a prateleira com vidros coloridos.
— Cuidado pra não acabar levando coisa demais — Gabi ri, pegando uma pequena estatueta de lobo. — Ainda temos flores pra escolher depois.
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