O amanhecer chegou devagar, pintando de dourado o céu sobre a aldeia. Dentro da cabana, Aurora mexia em baús antigos. Kai observava sentado no canto, curioso, enquanto a mãe retirava uma a uma as peças da velha armadura das Lunas.
Eram fragmentos de ferro frio, adornados com marcas da lua e símbolos antigos. A maioria estava enferrujada, desbotada pelo tempo, mas havia algo de sagrado ali. De ancestral.
— Isso é seu? — Kai perguntou.