O dia começou com o som de risos infantis na clareira. As crianças corriam entre as flores silvestres, com Kai no meio delas, fingindo ser um caçador lendário. Aurora observava da entrada da cabana, de braços cruzados, o sorriso leve nos lábios. Por um momento, havia paz.
Mas paz, naquela terra, nunca durava.
O alarme soou com o uivo de um lobo ferido. Um dos jovens voltou correndo, sujo de terra, o rosto arranhado.
— Levaram eles!