O vínculo entre nós, repleto de tanto ódio por parte dela, era praticamente inexistente, então a questão de se comunicar através do elo mental nem sequer existia. Se eu fosse oficialmente Luna, depois de receber a Marca, talvez tivesse sido possível. Mas não era.
Ainda assim, o sentimento devia ter ressoado de alguma forma, porque seus olhos se arregalaram de surpresa, e ela deu um passo involuntário para trás.
Ela começou a falar: — O que você...?
— Foi bom te ver, Vitória. — Interrompi antes q