🌑 Capítulo 25

A Pele que Rasga o Céu

A floresta me chamou antes da terceira lua nascer.

Mas dessa vez, não com sussurros.

Com rugidos.

Acordei ofegante, os olhos dourados sob a pele humana.

Selyra já havia tomado parte de mim — não com violência, mas com urgência.

Algo estava prestes a acontecer.

Algo que não podia esperar.

Marco e Rafael dormiam, exaustos das últimas noites.

Não tive coragem de acordá-los.

Desci as escadas como uma sombra.

A mansão parecia me observar.

E naquele instante, senti que ela compreendia:

era chegada a hora da minha primeira transformação completa.

A floresta se abriu diante de mim.

Cada folha sussurrava meu nome.

Cada raiz se curvava sob meus pés.

Selyra não rugia.

Ela guiava.

Como uma loba antiga, prestes a voltar para casa.

O santuário apareceu entre as árvores, escondido por cipós e pedras cobertas de musgo.

Era um círculo de pedras negras, cobertas por runas prateadas.

No centro, uma fonte cristalina.

E ali, diante dela,

estava ela.

A loba original.

Aquela que a Rai
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