A Noite em que os Destinos Sangraram
A Lua pairava acima de nĂłs como um olho vigilante, vasta e implacĂĄvel, derramando sua luz prateada sobre a clareira onde o destino decidiu nos despedaçar e, ao mesmo tempo, nos unir. Eu ainda sentia o calor do vĂnculo queimando dentro do peito, a marca recĂ©m-selada entre mim e Rafael pulsando como uma segunda vida. Zahor rugia em meu interior, tomado por um orgulho selvagem, enquanto Elara caminhava inquieta de um lado para o outro dentro de mim, como se pre