O Sopro da Lua e o Juramento do Sangue
A noite se derramava como um vĂ©u lĂquido sobre a floresta ancestral, e o ar parecia vibrar entre as ĂĄrvores, denso, carregado de uma energia que sĂł podia vir da Lua. O luar prateado se infiltrava por entre as copas, iluminando o chĂŁo Ășmido com reflexos azulados, como se cada folha fosse um espelho do prĂłprio cĂ©u.
Eu sentia o coração bater com força dentro do peito â nĂŁo apenas o meu, mas o de Elara, minha loba interior, pulsando em unĂssono, inquieta, fam