O TriĂąngulo da Lua
O uivo que escapou da minha garganta ecoou pela floresta como um chamado sagrado. Era o som de Selene, livre, viva, ardendo em mim com uma fĂșria que eu jamais poderia ter contido. A lua respondeu, iluminando-nos com um brilho mais intenso, quase como se tivesse inclinado seu rosto prateado apenas para nos observar.
Marco e Rafael me encaravam, ambos tomados por seus lobos, ambos divididos entre a luta e o desejo. Korran, dourado e flamejante, rugia em silĂȘncio dentro dos olho