Sangue Antigo, Fogo Novo
A madrugada caiu pesada, sufocante, como um pressĂĄgio. A Lua cheia continuava brilhando acima de nossas cabeças, mas o seu brilho parecia menos puro, quase... filtrado por uma nĂ©voa invisĂvel. Meu peito apertava, como se algo antigo estivesse se erguendo de dentro da terra, clamando por mim com garras invisĂveis. Algo que nĂŁo podia mais ser ignorado.
Rafael e Marco mantinham-se em lados opostos da clareira, porém pela primeira vez... não como inimigos. Havia uma trégua