O vento carregava o cheiro de algo errado.
Kael sentiu antes mesmo de atravessar a trilha que levava à fronteira norte. Seus sentidos estavam em alerta, o lobo inquieto sob a pele. Alicia o seguia de perto, os olhos dourados estreitados, farejando o mesmo rastro estranho que cortava o ar.
— Não é da nossa matilha — ela disse, franzindo o cenho. — Esse cheiro...
— É antigo — Kael rosnou. — Mas familiar.
Havia algo no perfume selvagem e adocicado que trazia lembranças sombrias. Uma presença que e