O som do impacto ecoou pela clareira.
Alicia caiu de joelhos na terra úmida, o peito arfando. As palmas das mãos estavam sujas de barro e pequenas folhas secas grudavam em seu cabelo. O gosto metálico de sangue enchia sua boca. De novo.
— Levanta. — A voz de Kael soou firme, cortante.
Ela apertou os punhos, tremendo.
— Você não está pegando leve — cuspiu, entre os dentes.
— Não posso. — Ele deu um passo à frente, o olhar impassível. — Seus inimigos também não vão.
Ela o odiava naquele momento.