As horas se esvaíram no bar da praia, embaladas pelo ritmo contagiante do funnk e pela crescente influência da cerveja. Kalel, agora vestindo uma de suas camisas floridas, encontrou uma estranha liberdade em meio aos outros frequentadores, muitos dos quais ele já reconhecia da noite anterior. Quando o karaokê improvisado começou, com um microfone empoeirado e uma tela piscando letras borradas, Kalel, incentivado pela bebida e pela súbita ausência de suas habituais amarras, agarrou o microfone.