O relógio na parede marcava pouco mais de dez da manhã quando Brenda, com passos medidos, atravessou o corredor da editora. O ambiente estava silencioso, apenas o som ocasional de teclados e o zumbido baixo do ar-condicionado preenchendo o espaço. Entre pilhas de papéis e pastas coloridas, ela se dirigia à própria mesa, um leve aperto no peito indicando que algo estava prestes a acontecer.
Na tela do computador, uma nova mensagem piscava na caixa de entrada, destacando-se entre dezenas de propos