Naquela mesma noite, no dormitório da Academia, Yaskara mal conseguiu dormir.
O som da voz de Voss — “não hoje” — ainda ecoava em sua mente, provocando-lhe um rubor que insistia em voltar toda vez que pensava naquilo.
Deitada de lado, virou-se para a direita. Depois para a esquerda.
E outra vez para a direita.
O travesseiro parecia zombar dela.
“Aquele homem vai me deixar louca?” pensou, enterrando o rosto no tecido.
“Como alguém consegue parar daquele jeito?”
Virou de novo, bufando.
“Ele parec