Narrado por Anita
Ele olhou para mim rapidamente, e a fúria nos seus olhos era aterradora, mas também, de uma forma estranha, reconfortante. Era uma fúria protetora.
— O que eu não posso — ele continuou, sua voz baixa e carregada de uma determinação absoluta — é deixar você e a pequena desprotegidas. Nem por um segundo.
O carro acelerou suavemente, mas com um propósito renovado. A rota não era mais para minha casa. Ele pegou um desvio.
— Para onde estamos indo? — perguntei, confusa.
— Para a de