Nos perdemos entre as barraquinhas, a música vibrando pelos paralelepípedos da praça, e a cachaça ainda zunindo levemente na minha cabeça. Era como estar dentro de um daqueles livros de romance de interior, só que com sapatos desconfortáveis e o cabelo já começando a armar por causa da umidade.
— Quer pamonha, moça? — uma senhora me ofereceu com um sorriso tão gentil que, se eu dissesse não, provavelmente desrespeitaria três gerações da família dela.
Aceitei. E logo em seguida, um copinho de qu