— Céus… esse homem é lindo demais! — murmurou,
encarando as escadas e certificando-se de que estava sozinha. — Até com essa cara de serial killer…
Suspirou fundo enquanto voltava para a cozinha. Puxou o celular do bolso e ligou para Bianca.
— Senhorita?
Do outro lado da linha, Bianca sorriu.
— Jon está em casa?
Louise baixou ainda mais a voz, lançando olhares cautelosos pela casa.
— Sim, senhorita… e parece tão zangado que chega a dar medo.
O sorriso de Bianca era quase audível.
— E aquela vad… onde está?
— Ainda na empresa — respondeu prontamente.
— Então prepare um bom jantar. Frutos do mar. Jon adora.
A ligação foi encerrada.
— Sim, senhorita…
…
No andar superior, Jon já havia se despido para tomar uma ducha. A água quente escorria por seu corpo, mas não levava embora a sensação que insistia em permanecer.
“Ainda sinto o fedor daquele desgraçado entranhado em minhas mãos.”
A voz de Pôncio ecoava em sua mente como um veneno antigo.
“Seu pai mereceu morrer.”
Jon cerrou os punhos e s